Porque sou parcial, mas não sou tendenciosa e muito menos sensacionalista vi na quarta-feira que na bela cidade de Barcelona, muitos milhares se juntaram para ver ao vivo a segunda mão do jogo dos quartos-de-final a contar para a Taça do Rei, em Espanha.
No jogo que opôs mais uma vez um dos sete clubes míticos e o seu calcanhar de Aquiles.
Guardiola sem cabelo e sem barba, estava sereno à saída do túnel depois de horas antes José Mourinho ter desafiado o rival para aquele que era no seu entender um jogo decisivo.
E foi mesmo visto que uma equipa prossegue na competição e a outra fica por aqui.
O Real não, não entrou como na 1ª mão e isso viu-se logo de início. Mourinho não inventou e põs os de sempre na posição que é a deles, ainda que isso tenha custado o retorno de Pepe ao onze inicial.
Aos primeiros minutos de jogo, já os galáticos tinham rematado á baliza uma 3/4 vezes, tal era a "gana" de vencer.
Sedentos por uma boa ao fundo da baliza contrária, vieram sobre os jogadores do Barça vezes sem conta, a ver se os cansavam, mas o golo não aparecia.
Comentei com as amigas com quem jantava que quem se ia cansar rapidamente eram os Blancos pois os Azul e grená estavam como sempre prontos a atacar quando o inimigo abrandasse.
E foi mesmo o que aconteceu.
Equipa que não marca, sofre e depois de uma jogada monumental de Messi, o passe para Pedro, depois o remate certeiro de Danni Alves pôs o Barcelona na frente.A partir daí o jogo foi dos da casa.
Ainda numa réstea de alento e pressão do banco, o Real "fez das unhas coração" e empatou. A dois golos.
Mas não foi o suficiente.
No somatório das duas mãos quatro golos para os catalães e três para os madrilenos.
Venceu o melhor das duas partidas.
Justo.
Ah, curiosamente, na rádio no dia seguinte, depois desta notícia do jogo sempre falavam desta sondagem que o lusco avançou.
Mais uma vez à frente da notícia.



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