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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Mais Saúde

Antigamente, era frequente ir nos meses e inverno ás urgências do Serviço Nacional de Saúde num qualquer estado gripal que o médico assistente logo nos prescrevia um antibiótico nº1 para tomar de 8 em 8horas, um antibiótico nº2 para tomar de 12h em 12h ou quiçá de 24 e 24h e ainda um analgésico paras dores e um xarope para a garganta.
Uma coisa é certa. Também neste ponto a Medicina mudou muito nos últimos 15anos.
Então por ora, é algo comum interpelar uma pessoa com mais idade depois de uma visita médica e ao perguntar o que disse o médico acerca do seu estado doente, essa pessoa responder algo como "o médico não sabia nada, só me deu estes comprimidos X".
Pois que se o médico não prescreve uma carrada de medicamentos este não pode ser um bom médico, não é?
Não, não é. 
E é por isso que acho bem, concordo que agora a carga farmacológica seja muito mais reduzida hoje em dia.
Por que o médico receita algo que combata a infecção que o doente tem, e/ou o vírus causador da maleita e um analgésico para casos SOS e minimiza assim os danos nos tecidos ainda saudáveis. E basta, e é suficiente se o doente atentar, se proteger e seguir prescrição.
Em pequena era frequente eu ter otites, por vezes amigdalites, e coisas pequenas da infância.
Depois cresci e fiquei valentona. Adoeci ocasionalmente, mas isso não me impediu de aos 12 anos levar 5 pontos por ter chocado contra um porta em vidro, depois retirei um sinal das costas que me costurou mais uns poucos, depois tive uma anemia grave, mas sempre cheia de força.
O médico diz que tenho um coração de atleta!



Esta noite passada, as estrelas de Hollywood fizeram o seu sono de beleza para hoje fazerem um reforçado brunch e entregarem a tarde aos cuidados corporais para estarem radiantes logo mais no Kodak Theatre, nos seus sorrisos alvos de neve, no seu discurso simpático para as câmaras e nos seus trajes impecáveis.
Aguardamos.

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