quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
El comandante
Na segunda feira este foi o video que vi antes de me deitar.
De repente, a imagem de Lucho Gonzalez a regressar ao Porto era uma espécie de retorno de D. Sebastião que encerra em si um exagero de esperanças.
Concordo com todos os elogios, claro que não é ele a fórmula mágica para voltarmos à liderança mas é "sangue fresco", é um líder nato, e como diz um amigo meu, é um grande jogador.
Vem porque faz falta, porque é melhor para a sua carreira, porque aqui é estimado como em lugar nenhum.
Mas de repente, na sua saída do aeroporto, na sua performance elegante, moreno, garruço, à média luz, deu ares de Bruno Alves (também podia voltar).
Dia seguinte quando se apresentou de equipamento ao ver os seus braços inteiramente tatuados deu ares de Raul Meireles (outro filho do dragão)
Sabemos que este campeonato já não é para nós, mas a esta altura já só importa resgatar a honra, fazer bons jogos, satisfazer os adeptos, manter o prestígio.
Sabemos que este não é o treinador à altura do nome do clube, esse ainda dá cabeçadas em Alvalade, mas a partida do cenourinha deixou este no seu lugar.
Talvez precisássemos de outro guarda-redes também.
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