Sinceramente, eu sou pela longevidade.
E sou, pelos artistas que insistem, resistem, perduram e imortalizam.
Acho bem que façam pausas e que voltem se valer a pena, se for para mostrar algo novo ou continuar no auge em que estavam quando se retiraram. Por isso entendi sem lamentar quando os R.E.M se retiraram recentemente, ou os Da Weasel, por isso achei inteligente artistas como Gabriel o pensador retornarem após largos anos de interregno.
Foi também algum deste género que fez Pedro Abrunhosa ao deixar os bandemónio e voltar com Comité Caviar.
Mas há projectos que se esgotam, deixam de ser interessantes, saturam, morrem.
E os seus intervenientes até podem ser bons outra vez noutros carnavais como aconteceu com Marisa Pinto que depois de Donna Maria agora tem um Amor Electro ou todos os músicos de Thirty Seconds to Mars, agora, meus caros, não se venham armar em Rolling Stones porque essas Piedras Rolantes não se encontram em qualquer esquina.
Digo isto porque é o que sinto quando ouço a Comercial a dizer que os Trovante vão fazer um concerto para comemorar 35 anos de carreira. Mas como?
Pergunto. como? Se há uns 15 anos, talvez quase 20, não trabalham em conjunto, não exitem como grupo, nada.
Enfim, é triste.
Sim, não pratico volei regularmente desde 2001, mas se calhar posso acrescentar 10anos aos meus 8 de actividade desportiva.
domingo, 6 de novembro de 2011
Oh God make me good...but not yet!_Chapter five
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