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sábado, 6 de agosto de 2011

But I said "no, no, no"...

Não acredito que seja uma maldição, não deve ser uma fatalidade, mas sei, vejo que a fama, o mediatismo pode turvar o discernimento dos mais fracos de emoções.
Não vou falar dos casos mais antigos, dos que a comunicação social nos tem relembrado, mas as noticias recentes tem-me feito levantar suposições, interrogações e comparações.
Sónia Brazão ficou queimadita.Muito queimadita, por uma avaria que lhe passou pela cabeça. Sempre deu a sensação de ser meio desequilibrada, mas daí a...
Angélico Vieira perdeu-se entre 240km/hora, o cinto de segurança que não levava e os pneus que o traíram.
O rol de desaires terminou para já com a morte para muitos anunciada da britânica Amy Winehouse.
Não era fã, mas reconhecia-lhe o potencial que com o tempo foi desperdiçando.
Amy descendia de uma família judaica com um bom nível de vida em terras de Sua Magestade, ela era música da cabeça aos pés, era soul, pop, rock, jazz, mas era louca, absurda nos comportamentos.Era viciada e fez fracassar todos os tratamentos.Definhou ao longo dos meses e era recentemente uma sombra da miúda que em 2003 chegou ao top de vendas na música internacional.
Do funeral destaco Bryan Adams como um senhor.
É muito ténue a fronteira entre a  Vida e a morte.
Vivam muito, experimentem, mas não ultrapassem o limite.
Há sempre um limite.

P.S.-Lembrem sempre as pessoas que amam do quanto as amam.

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