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sábado, 26 de março de 2011

My world, my country_Chapter three

De há um tempo a esta parte que afirmo a minha vontade de ir para outro país trabalhar, viver, ser feliz (vulgo emigrar).
E o Brasil seria uma das primeiras opções não fosse o oceano que nos separa pois um país que empresta dinheiro ao FMI não vai ficar pobre tão cedo.
E após este desgoverno e caos político, a minha intenção tomou ganas e maior dimensão.
E estava eu disposta a virar as costas a este cantinho à beira-mar plantado, que um dia alguém disse ser um paraíso, quando um amigo meu me diz que eu não o devo fazer, porque assim estou a fugir.
Como se me perguntasse: "És uma mulher ou uma ratazana?"
Porque quando isto aconteceu na Grécia, na Irlanda, e agora na Finlândia, o pessoal de lá também não deu ao slide.
Mas ficou para aguentar o barco, porque juntos somos mais fortes.
Temo que venhamos a descobrir que o défice que inicialmente era de 4% mas depois era 6% , mas afinal era 7% quando na verdade já passava dos 8%, na realidade ande mais perto dos 15% como nesses países.
Temo que demore sim 40 anos a virar o bico ao prego, mas cruzar os braços e deixar o país à mercê desses parvos e loucos será muito pior.
Acho bem os professores serem avaliados, acho mal Armando Vara ter aquele ordenado, acho bem o fim de certos cargos de chefia, ACHO MUITO MAL, INADMISSÍVEL o imposto sobre o grosso dos produtos à venda no meu país ser taxado (IVA) a 25%.
Eu lembro-me e não foi há tantos anos assim de este ser de 16 e depois 17%.
Não posso mudar o mundo mas posso fazer alguma coisinha. Podemos todos.

2 comentários:

ferrazb disse...

Tou contigo...

Unknown disse...

De noite ou de dia, a luta é alegria...!

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