Se o sismo/tsunami no país do sol nascente nos fez aprender alguma coisa a nível colectivo, então é que cheias, vulcões e terramotos não acontecem só em países carenciados como aconteceu na Indonésia em 2004, no Haiti em 2009 ou recentemente com as cheias que atingiram zonas pobres do Brasil.
Não se trata de uma conspiração divina mas sim de catástrofes naturais humanamente incontroláveis e atinge países desenvolvidos, evoluídos, economicamente poderosos como o Japão.
Este é também o país mais avançado no mundo no que diz respeito a análise de acidentes, controlo e domínio da produção de energia, da nuclear mais concretamente e tem uma agência internacional que via satélite observa tudo o que se passa no planeta azul e em redor deste.
Foi por isso que graças a esse satélite operativo, a agência internacional a que a capital do Oriente preside, foi capaz de precisar que o tsunami fez o Japão afundar-se 60cm, aproximar-se uns bons 4 metros da costa americana e levou a que o eixo da Terra se desviasse 15cm o que encurtou o dia em 1,4 microsegundos.
Será muito, pouco?Conceitos relativos...
Mas se depois da iminente calamidade nuclear, países como Espanha, Alemanha ou França e outros que detém este poder, decidiram rever as suas condições a nível de reactores em funções anteriores a 1980, então afinal algo ecoou na cabeça de quem "mais ordena".
(as pastilhas Gorila fazem hoje 35 anos!!!"
*Actualmente são exportadas para o Dubai...
E esta, hein?!)
quinta-feira, 17 de março de 2011
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