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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Mais vale tarde que nunca...


Este mundo que ás vezes se distrai das coisas realente importantes, dá importância demasiada a outras.
Por exemplo, todos já vimos anúncios televisivos que pelas vezes que repetem se tornam exaustivos,entediantes e aborrecidos. E muitos desses anúncios são a conteúdos televisivos, novelas principalmente, na SIC sobretudo.
E como assistir a algo do género, não é frequente para mim, quedo-me sempre na minha impressão.
Mas de quando em vez, sem o querer propositadamente, acabo a assistir a uma novela que me surpreende. De nome Negócio da China, uma história divertida, onde um núcleo familiar é composto por actores portugueses de Portugal que estão brilhantemente e sem sotaque, e cuja terra natal por estes lados é Tondela, e onde um homem que toda a gente acha desaparecido por queda de avião, vem a descobrir-se que foi raptado pelas FARC e onde um chinês faz uma milionária transferência bancaria e deixa a informação numa pen que saltita entre personagens ao longo dos episódios.
Muitos dos enredos desta novela são absolutamente diferentes do convencional para o género e de repente pensamos que a publicidade a este formato foi muito pouca, pois o que dominou foi a novela da noite por ter Diana Chaves a fazer sorrisos.
Injusto, parece-me.
Um outro dia, vejo este "Negócio" a começar e no mesmo instante no genérico encontro a justificação para a dita injustiça.
A novela é escrita por Miguel Falabella.
Um homem brilhante, grande actor de teatro e cinema, escritor, argumentista, produtor, director até à pouco tempo de 15 dos 18 teatros do Rio de Janeiro.
Mas em terras Lusas, será sempre "persona non grata"
Mudando de assunto:
a fertilização in vitro existe porque um Sr. chamado Robert G. Edward alcançou tão grande descoberta. E foi através desta descoberta que se descobriram várias outras técnicas que nos últimos 32 anos permitiram milhões de casais em todo mundo concretizar o sonho de ter um bébé em casa.
E este Sr. foi agora justissimamente galardoado com o prémio Nobel da Medicina. Parabéns á Academia sueca por poder integrar tão grande personalidade na sua família.

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